quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O que acontece quando ruminamos sentimentos?

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Ruminar é uma palavra que possui o mesmo significado que remastigar ou remascar, que é o mesmo que "remoer repetidas vezes". Quando remastigamos repetidamente, nosso organismo atua como se estivesse em constante digestão, ou seja, ele trabalha sem parar para digerir aquilo que estamos processando.
Os animais herbívoros possuem dois tipos de digestão: a ruminante (que a maioria de nós conhece) e a monogástrica. Como animal ruminante podemos citar a vaca, claro. E como animal monogástrico, vamos citar o cavalo. Não sei se você sabia, mas, nem cavalo, nem zebra, nem jumento e nem coelho ruminam...
Para auxiliar na digestão da celulose (capim, mato, etc), os animais ruminantes possuem um estômago divido em quatro porções: rúmen, retículo, omaso e obomaso. Portanto, ruminante deriva de rúmen.
Agora que você entendeu o que é ruminante, vamos ao objetivo dessa postagem... Existem cerca de 150 espécies de animais ruminantes! E nós, com certeza, não somos um deles! Porém, insistimos em ruminar: pensamentos, sentimentos, comportamentos e arrependimentos.
Tudo bem que os Filósofos ruminavam suas teorias na Antiguidade, até encontrarem uma solução para os seus dilemas. E os artistas ruminavam suas ideias para as obras de arte. Enfim, parece que a ruminação era um ato de criatividade no Passado.
Mas, a partir do século XX, Psiquiatras e Psicólogos passaram a utilizar o termo "ruminação" para designar um dos sintomas da depressão. Eles perceberam que as pessoas com determinadas compulsões ruminavam suas lembranças permanentemente; manifestando essa ruminação na forma de diferentes compulsões. Ou seja, o organismo não suportava determinados acontecimentos e, por conta disso, mastigava-os para "triturá-los" melhor.
Hoje em dia, os Cientistas já avançaram em suas Pesquisas e conseguiram encontrar respostas para diversas doenças. Existe tratamento e cura para inúmeras Síndromes. Mas, o ato de ruminar persiste e insiste em permanecer... Afinal, é um costume antigo de nossa Raça e está difícil "desapegar"!


Para entender um pouquinho melhor...
-> O Mundo da Mente.pdf
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Você reconhece as reações do seu corpo?


Somos seres suscetíveis a dor, simplesmente, porque estamos vivos! Estar vivo é uma característica única que nos pertence... Por estarmos vivos, podemos sentir tudo o que nos cerca! Ao sentirmos, geramos diversas sensações em nosso organismo, que são assimiladas e tornam-se uma aprendizagem.
Tudo o que "sentimos" é registrado no hemisfério cerebral esquerdo. Esse registro cria uma senha de segurança e cada vez que sentimos a mesma emoção, nosso cérebro dispara um alarme. Se a emoção é boa, sentimos bem estar e uma certa "empatia" pela situação. Agora, se a emoção é ruim, começamos a nos desesperar...
Cada indivíduo pode agir de forma diferente perante o perigo, por conta da educação que recebeu... É a tal da "criação", que todo mundo fala. De qualquer forma, isso fica lá registrado e no momento crucial, cada um se desespera à sua maneira. Bom, até aí tudo bem.
Atualmente, porém, existe um estudo que afirma que você pode até demonstrar diferente do seu vizinho; mas, o seu corpo, vai registrar tudo igualzinho ao dele. Nesse estudo, o corpo humano parece um mapa colorido, onde cada emoção gera uma sensação e registra um reação orgânica específica. As diferentes cores indicam as mudanças de sentimento naquele momento.
Cada cor indica uma alteração, vinculada a um sentimento. Isso quer dizer que a pessoa pode estar sentindo: medo, raiva, tristeza, alegria, surpresa ou qualquer outra sensação internamente... Enquanto seu organismo sente: taquicardia, nervosismo, sudorese, aumento da pressão sanguínea, entre outras reações, externamente.
Todos esses sinais ocorrem porque existem os neurônios. Os neurônios são células que alertam para qualquer tipo de situação que vivenciamos. Através dos neurônios experimentamos, registramos e arquivamos nossas experiências diárias.
Esse registro cria um arquivo único, que nos acompanhará para sempre. A importância desse registro (mapa) é nos mostrar o quanto somos suscetíveis a determinadas situações. Se pudermos compreender as emoções que essas situações nos causam, poderemos evitar as alterações sofridas por nosso organismo e, com certeza, viveremos melhor!

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O que revela o horário que você dorme ou acorda?


Nosso corpo costuma nos alertar quando necessita de cuidados. O problema, é que a grande maioria ignora os sinais e deixa passar... Somente quando a coisa fica séria, é que as pessoas prestam atenção e procuram um médico.
Um dos sintomas de alerta, emitido pelo nosso organismo, é o sono ou a insônia. Acordar ou adormecer em determinados horários, sem explicação alguma, é um sinal de que o organismo não vai bem!
Tanto a Medicina Tradicional Chinesa (MTC), quanto a Medicina Ayurvédica (Ayurveda), possuem boas explicações para esse fato. Por isso, compreenda o que significa acordar em determinados horários e procure ajuda profissional especializada:
- das 23 à 1 hora: vesícula biliar sobrecarregada;
- de 1 às 3 horas: fígado em desequilíbrio;
- das 3 às 5 horas: pulmão funcionando inadequadamente;
- das 5 às 7 horas: intestino grosso precisando de atenção;
- das 7 às 9 horas: estômago em alerta;
- das 9 às 11 horas: baço e pâncreas sinalizando;
- das 11 às 13 horas: coração pedindo ajuda;
- das 13 às 15 horas: intestino delgado em desarranjo;
- das 15 às 17 horas: bexiga querendo auxílio;
- das 19 às 21 horas: rim trabalhando excessivamente;
- das 21 às 23 horas: região do abdômem ou triplo-aquecedor interno se manifestando...
Essa tabela analisa um sono normal de 8 horas, sem importar se você dorme de dia ou de noite. Os sinais podem ocorrer durante o dia em forma de cólicas, pontadas ou fisgadas no local. Outros sintomas também podem ser evidentes...
Alguns transtornos orgânicos podem ser somáticos, ou seja, do próprio organismo... Já outros, podem ser distúrbios psicossomáticos, ou seja, provocados por um desarranjo emocional e mental, junto ao organismo.
Por isso, toda pessoa deve estar atenta aos sinais que seu organismo demonstra, principalmente aqueles relacionados ao sono. Afinal, descansar é primordial para recuperar o organismo e reparar os danos que causamos ao nosso corpo todos os dias.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Você está vivendo uma introspecção, uma extrospecção ou uma experimentação?


Em muitos momentos, sentimos a necessidade de pensar, de refletir ou de meditar sobre a vida, sobre nós mesmos ou sobre o mundo que nos cerca...
Normalmente, isso acontece quando estamos passando por alguma dificuldade ou por alguma situação complicada, a qual devemos resolver rapidamente.
Muitas vezes, identificamos o problema, mas não conseguimos resolver a situação. Outras vezes, encontramos uma solução, mas temos dificuldade para colocar em prática. Ou ainda, até sabemos o que fazer, porém, não sabemos "como" fazer...
A maioria das pessoas sente um enorme desejo de reorganizar a vida... É nesse momento que entra a necessidade da introspecção. Como diz o ditado: "Freud e Piaget explicam..." Ou, nesse caso, quem explica mesmo é "Wundt".
Wilhelm Maximiliam Wundt é considerado um dos fundadores da Psicologia Experimental. Ele argumentou que: "A primeira etapa da investigação de um fato, deve ser a descrição de seus elementos individuais."
Esse método tornou-se amplamente difundido entre Psiquiatras, Psicólogos e Psicanalistas. Para aplicação prática, o método costuma ser divididos em três fases:
- Introspecção ou método de observação interna ou interiorização;
- Extrospecção ou método de observação externa ou exteriorização;
- Experimentação ou experimento ou método de experiência científica...
Quer dizer, primeiramente, você reflete (interioriza a situação). Depois, você age (exterioriza a questão)... E, por fim, você resolve (experimenta a solução).
Os estudiosos chegaram à conclusão que isso pode ocorrer com qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Muitas vezes, a primeira alternativa mostra-se inadequada; então, devemos analisar novamente, para enxergar outras possibilidades.
Diferentes perspectivas sobre uma mesma situação, nos ajudam a experimentar novas oportunidades... E quanto mais experimentamos, mais experiência adquirimos!
Portanto, nada há de errado em refletir sobre um problema. Pois, enquanto refletimos, interiorizamos aquele acontecimento, até ele se tornar parte de nossa aprendizagem.

Complementando o assunto...

domingo, 11 de novembro de 2018

QUALIDADE DE VIDA

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Hoje em dia, muito se fala em Qualidade de Vida... No entanto, como as pessoas podem viver com qualidade em situações tão adversas?
Lembrando que Qualidade de Vida não deve ser confundida com "padrão de vida" - uma medida que mensura a qualidade e a quantidade de bens e serviços disponíveis.
Qualidade de Vida é o método utilizado para medir as condições gerais de vida de um ser humano: fisicamente, mentalmente e emocionalmente; além dos relacionamentos sociais e familiares do qual ele faz parte.
A  OMS (Organização Mundial da Saúde) desenvolveu um questionário para medir a Qualidade de Vida, que possui duas versões: o método de 100 questões e o método de 26 questões.
O questionário é definido por seis domínios: físico, psicológico, nível de independência, relações sociais, meio ambiente e aspectos religiosos. Também é analisado nesse índice: a saúde, a educação, o poder de compra, a habitação, o saneamento básico, entre outras circunstâncias.
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo grau de seu desenvolvimento humano e para ajudar a classificar os países como:
desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto);
em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto);
- subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo).
A cada ano, os países membros da ONU são classificados de acordo com essas medidas.
O IDH também é usado por organizações locais ou por algumas empresas para medir o desenvolvimento de diferentes Entidades Estaduais, Municipais e outras.
O IDH surgiu no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH). Os dois programas foram criados e lançados pelo Economista Paquistanês Mahbub Ul Haq, em 1990.
Além de Ul HaqAmatya Sen conseguiu finalizar o trabalho ao conceituar "capacidades e funcionamentos" em fórmulas simples.
Os dois Economistas passaram a trabalhar juntos para conseguir montar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), mesmo com pensamentos e ideias divergentes entre si.
Enquanto Amatya Sen preocupava-se em capturar toda a complexidade das capacidades humanas em um único número, Ul Haq acreditava que era necessário mais que um número para chamar a atenção das autoridades.
Quando eles chegaram a um senso comum, apresentaram a proposta do IDH no PNUD... Outros economistas ajudaram no cálculo e na formulação do processo e da criação do RDH: Paul Streeten, Frances StewartGustav RanisKeith GriffinSudhir Anand e Maghnad Desai.
As estatísticas são compostas a partir de dados de: expectativa de vida, educação, padrão de vida, PIB, etc (recolhidos a nível nacional ou local).
Para cada cálculo são utilizadas diversas fórmulas matemáticas, com base econômica em: estatística, geometria, probabilidade e análise combinatória.
Por conta disso, mensurar a Qualidade de Vida de uma região é bem mais complexo do que se imagina. São necessários vários cálculos e análises, além de uma extensa pesquisa em toda a região.
Em seguida, existe a dificuldade para manter o índice de Qualidade de Vida já alcançado na região; visto que este é um desafio permanente das autoridades e do Poder Público local.
Sabemos que o Planeta está sobrecarregado de: moradores e moradias, entulhos e construções diversas... Viver com qualidade tornou-se um dos pré-requisitos básicos para uma vida saudável. E como fazer isso? Cuidando de si, de sua casa e de sua vizinhança.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

VEGETARIANISMO e VEGANISMO


Acho que muita gente não sabe... Mas, existe o Dia Mundial do Vegetarianismo (comemorado em 1º de outubro) e o Dia Mundial do Vegano (comemorado em 1º de novembro). Para entender melhor, vamos definir adequadamente essa opção de vida e esclarecer alguns termos...
Vegetariano é aquele que evita alimentos que contêm qualquer tipo de carne: frango, peixe, gado, frutos do mar e outros.
Existem vários tipos de vegetarianos, baseados no conteúdo da dieta:
- Semivegetarianos: é a forma mais simples de vegetarianismo, pois, as pessoas apenas não consomem carnes vermelhas e derivados, mas mantém o restante da alimentação.
- Ovo-lacto-vegetarianos: são aquelas pessoas que não deixam de consumir ovos e leite, com todos os seus derivados; mas, restringem o consumo de qualquer tipo de carne. Esse é um dos maiores grupos.
- Lacto-vegetarianos: neste tipo de vegetarianismo, as pessoas não consomem ovos e carnes de qualquer qualidade; mas, o leite e seus derivados são permitidos. Este grupo é mais comum na Índia.
- Vegans ou Veganos: esta é a forma mais rara e restrita de vegetarianismo, pois, além de mudanças alimentares, ela restringe o uso de produtos industriais de origem animal. Ou seja, eles não consomem nenhum alimento de origem animal: ovos, leite ou derivados e incluem em sua restrição o consumo de mel e gelatina. 
- Frugívoros: consomem apenas frutas.
- Crudívoros: o consumo baseia-se apenas em alimentos naturais e crus.
- Freeganos: é considerada a forma mais estranha e incomum de vegetarianismo... Pois, esse grupo consome somente aquilo que encontra no lixo, recusando-se a comprar qualquer alimento. Mas, apesar de ser uma forma radical, eles comem alimentos de origem animal.
Existem diversos motivos que levam uma pessoa a optar pela alimentação somente a base de vegetais: saúde, religião, consciência ecológica, piedade pelos animais, reestruturação alimentar, etc.
A religião acaba sendo um motivo bastante frequente entre diversos grupos de vegetarianos. Adeptos de algumas crenças como: hinduísmo, taoismo, alguns cristãos heterodoxos, entre outros, evitam o consumo de proteína animal.
Quanto à saúde, existem algumas doenças que impedem ou restringem o consumo de alimentos a base de proteína animal: aterosclerose, alergopatias, hepatopatias, entre outras.
O vegetarianismo é uma forma de alimentação bastante saudável. Mas, devido a algumas restrições em sua dieta, aconselha-se o acompanhamento de um nutricionista ou especialista; pois, a alimentação deve conter todas as fontes de nutrientes exigidas pelo organismo.
Por isso, uma das principais preocupações em ser vegetariano é com relação a deficiência de nutrientes, sais minerais e vitaminas. Contudo, eles podem ser substituídos por alimentos com a mesma qualidade nutricional...
No caso das proteínas, o valor necessário a ser consumido pode ser atingido no consumo de ervilhas, lentilhas, feijão, grão de bico, soja, entre outros.
Com relação aos sais minerais, é possível fazer algumas substituições, ingerindo: tofu, feijão, amêndoas, damascos, figos secos e vegetais de folhas escuras em geral.
Portanto, obtendo as orientações adequadas e tomando os cuidados necessários é possível se tornar um vegetariano sem gerar qualquer risco à saúde.
Existem estudos que demonstram que a alimentação vegetariana reduz a probabilidade de diversas doenças.... Então, "bora" lá entrar na dieta vegetariana?!

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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

SUSTENTABILIDADE


Hoje em dia, se fala muito em sustentabilidade e na melhor maneira de nos mantermos em equilíbrio com o meio que nos cerca. Mas, o sustento de si com sustentabilidade, ainda é um enorme desafio!
O conceito de SUSTENTABILIDADE começou a ser utilizado na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano (United Nations Conference on the Human Environment - UNCHE), realizada na Suécia, cidade de Estocolmo (de 05 a 16/06/1972).
Segundo o Relatório de Brundtland (1987), o "Uso Sustentável dos Recursos Naturais deve suprir as necessidades da geração presente, sem afetar as gerações futuras..."
Toda pessoa sabe que a sua principal missão é defender a vida. Mas, para defender a vida, necessitamos vivenciar uma sustentabilidade plena e abrangente.
O termo sustentável provém do latim sustentare, que significa: sustentar, defender, favorecer, apoiar, conservar e cuidar... Sustentar representa conviver harmoniosamente e pacificamente.
Porém, com a expansão desordenada, desequilibramos a distribuição dos Recursos Renováveis, pois alteramos as características do Planeta e deixamos de nos sustentar adequadamente.
A Sustentabilidade verdadeira envolve a correta distribuição dos Recursos Naturais entre todos os seres viventes, sem excedentes e sem desperdício.  Ou seja, ao nos sustentarmos devemos também pensar no sustento dos demais...
Enfim, ao nos conscientizarmos do alcance de nossas ações, seremos capazes de vivenciar o equilíbrio necessário para a Sustentabilidade verdadeira.
Para concluir quero partilhar uma história fantástica contada em forma de curta metragem: "O Homem que Plantava Árvores." Se quiserem saber sua origem, é só acessar: L'homme qui plantait des arbres (Wikipédia)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Mude o foco e transmute isso...


Uma vez uma pessoa me disse: "Mude o foco e transmute isso!" Eu estava reclamando de determinado problema (que se repetia em minha vida) e ela foi bem firme ao falar: "Quando não conseguimos sair do problema, a melhor solução é modificar o que está em nós... Então, o problema sairá de nós."
Mudar o foco não é fácil... Sair de uma situação ou de nossa zona de conforto é, sem dúvida, um desafio! Mas, se eu consegui, qualquer pessoa pode conseguir... Então, resolvi escrever sobre esse tema a fim de auxiliar quem deseja alterar sua percepção dos fatos.
Primeiramente, vamos definir o que é "problema". Problema é um assunto controverso ou uma questão que causa inúmeros transtornos. A palavra problema também significa: contrariedade, adversidade, contratempo, dificuldade, obstáculo, complicação, aborrecimento, chateação, embaraço, atribulação, inconveniente, etc. Afinal, "problemas, quem não os têm?"
Em toda situação, existe conflitos... Existe também o certo e o errado. Porque todo problema causa um dilema entre: "o que fazer?" e "o que não fazer?"... O martelo da consciência fica batendo sem parar dentro de nós. Então, ficamos atordoados e sem perspectivas.
Por isso, é tão difícil saber o que fazer nessas circunstâncias. Perdemos o "foco". Foco é aquilo que prende a nossa atenção em determinada situação. Ou seja, ficamos tão focados em uma coisa apenas, que esquecemos que existem outras coisas importantes.
Por isso, precisamos "transmutar"... Essa palavra  possui o mesmo significado que transmudar e quer dizer: modificar, alterar ou transformar. Muitas vezes, precisamos transformar a nós mesmos, para que todo o restante também seja transformado.
Através do autoconhecimento é possível criar novas perspectivas ao alterar o foco do processo. O maior propósito da mudança de foco é gerar uma nova perspectiva, para outros caminhos...
Mas, por que "conhecer a si mesmo" ajudará na solução do problema? Porque quando nos conhecemos, paramos de mentalizar insistentemente o mesmo problema e visualizamos outras alternativas para nossa vida.
Por isso, mude o foco: "Mude o foco e transmute isso... Metamorfoseie!"

terça-feira, 17 de julho de 2018

PERMACULTURA


Viver em harmonia com a Natureza sempre foi a base da Cultura Xamânica e das Religiões Pagãs. Hoje em dia, graças aos Indígenas, aos Aborígenes e aos Produtores Rurais, estamos reaprendendo a honrar o compromisso com nossa Mãe Terra. E isso já não era sem tempo!
O termo Permacultura surgiu em 1978 através de dois Ecologistas Australianos: Bill Mollison (Mestre) e David Holmgren (pós-graduando). Eles são considerados os "Pais da Permacultura".
Ao observarem o modo de vida integrado à Natureza, nas Comunidades Aborígenes da Austrália, eles iniciaram uma prática que passou a ser conhecida como Permanent Agriculture (Agricultura Permanente). Porém, mais tarde, o significado mudou para: Permanent Culture (Cultura Permanente).
Foi chamada de  Cultura Permanente, porque a Sustentabilidade Ecológica era a principal função desse modelo. Essa ideologia estendeu-se aos Assentamentos locais e aos Movimentos em favor da Preservação do Meio Ambiente. Depois, espalhou-se pelo Mundo como sinônimo de Produtividade associada à Autossustentabilidade.
Permacultura é uma solução viável para controlar a destruição do Meio Ambiente, porque segue alguns princípios básicos:
- Observação e interação com a Natureza;
- Obtenção e manutenção de rendimentos;
- Valorização dos serviços diversos, evitando desperdícios;
- Padronização dos modelos para integração total;
- Utilização de pequenas soluções, a curto e a longo prazo;
- Captação e armazenamento dos recursos renováveis;
- Diversificação e utilização dos elementos marginais do Ecossistema;
- Entre outras soluções e aplicações viáveis...
Com essas medidas práticas, o Sistema tornou-se integralizado e autossustentável. Dessa forma, foi possível sanar diferentes problemas.
Com  o Aumento Exponencial da População e o Avanço da Tecnologia Mundial, é imprescindível controlar o declínio dos Recursos Renováveis. Pois, a devastação dos Mananciais Terrenos está assustadoramente acelerado! Por isso, ou modificamos nossa conduta com relação ao Planeta, ou o próprio Planeta nos modificará...
Enfim, a Permacultura nos permite reavaliar nossa conduta perante a Degradação Ambiental acelerada, solucionando diversas questões emergentes.
Pra finalizar, jamais devemos esquecer que: "Se respeitamos a Mãe Natureza, o 'Pai Céu' agradece... E nossos antepassados nos felicitam!"

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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Afinal, o que é o amor?


Os Cientistas comprovaram que o amor realmente existe e que ele ocorre em nosso organismo por  conta de determinadas substâncias.
Os Pesquisadores afirmaram que, quando estamos enamorados produzimos essas substâncias, que nos fazem ter determinadas reações, como: suar frio, tremer, gaguejar, enrubescer, desviar o olhar, entre outras coisas.
As reações ocorrem simultaneamente, desencadeando diferentes sensações por todo o corpo. Elas agem em 12 áreas diferentes do nosso cérebro e alteram totalmente nossa percepção das coisas!
Com elas somos alegres, vibrantes e apaixonados! Estamos sempre bem dispostos e encaramos as coisas com extremo bom humor.
As substâncias responsáveis por tudo isso são os hormônios: ocitocina, serotonina, dopamina,  feniletilamina, epinefrina (adrenalina), norepinefrina (noradrenalina) e as endorfinas (encefalinas).
Elas são conhecidos como "Hormônios da Felicidade", porque tornam a pessoa mais feliz...
Agora que você já sabe de tudo isso, sua próxima declaração de amor deve ser: "Eu te amo do fundo do meu cérebro, com todas as minhas substâncias envolvidas." 😉😍😖😂