quarta-feira, 29 de maio de 2019

Síndrome do Intestino Irritável

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Um problema que afeta diversas pessoas no mundo todo é a SII (Síndrome do Intestino Irritável) ou IBS (em inglês: Irritable Bowel Syndrome). Também pode ser chamada de Síndrome do Cólon Irritável - nomenclatura menos usual.
Porque esse nome "Síndrome do Intestino Irritável"? Síndrome, porque é um conjunto (uma associação) de sintomas. Intestino, pois o início ocorre a partir desse órgão. Irritável, porque as paredes internas do intestino, a famosa flora intestinal, ficam "irritadas" em contato com determinados alimentos.
O mais difícil desta Síndrome são os ciclos da doença. A pessoa intercala períodos de constipação com obstipação. Nos períodos de obstipação ocorre a diarreia e nos períodos de constipação ocorre a prisão de ventre. Esse desarranjo enfraquece a flora intestinal e ocasiona diversos problemas.
O intestino é um órgão importantíssimo na absorção de alimentos e quando está doente prejudica todo o bem estar pessoal. Além de ser considerado o segundo cérebro de nosso corpo, o intestino é responsável, em grande parte, por manter nossa imunidade equilibrada.
Para controlar a SII e regular o intestino, a pessoa deve passar por uma uma reeducação alimentar. Ela precisa conhecer bem seu organismo para saber que alimentos "soltam" ou que alimentos "prendem" seu intestino.
Outra coisa importante, a pessoa que sofre da Síndrome deve realizar atividades que suavizem os sintomas, para manter a funcionalidade necessária ao intestino.
Na fase de ressecamento intestinal, o ideal é utilizar supositório de glicerina, para evacuar melhor e evitar fissuras anais. Existem os medicamentos laxativos, os quais devem ser evitados, pois agridem ainda mais mais a flora intestinal.
Essa é uma doença muito confundida com alergia ou intolerância alimentar, porque os sintomas são muito similares. Por ser de difícil diagnóstico, muitos indivíduos demoram para descobrir que a possuem...

Sugestão de alguns materiais sobre o assunto:
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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Você é sensível, intolerante ou alérgico?


Muitas pessoas têm uma vida normal até certa idade, sem alergias ou sensibilidades e de repente, tudo muda! De uma hora pra outra e sem o menor aviso prévio, a pessoa precisa evitar: leite, ovos, farinha, crustáceos, amendoim, entre outros produtos. Sem contar outras interferências, como: clima, pólen, cosméticos, poeira, etc.
Há uma explicação para isso: enquanto envelhecemos, nosso Código Genético (o famoso DNA) vai assimilado, ano após ano, suas informações. O DNA possui milhares de anotações sobre nós e sobre nossos familiares. Ao chegar em determinado ponto do código, aparece uma marquinha diferente (herança de algum antepassado esquecido), que modifica a forma como a informação estava sendo interpretada até aquele momento.
Enquanto alguns "adquirem" alergias, sensibilidades ou intolerâncias, outros já nascem assim... Existem recém-nascidos que evitam o aleitamento materno, por conta da sensibilidade à lactose. Outros bebês nascem e parecem bem, porém, começam a demonstrar sensibilidade a diversos produtos de higiene. Alguns desenvolvem-se normalmente e as intolerâncias ocorrem, somente, nas mudanças de fase. Ou seja, de uma forma ou de outra, qualquer pessoa pode, em um momento ou outro, apresentar os sintomas das múltiplas alterações orgânicas.
Por isso, é importante saber a diferença de uma coisa para outra:
ALERGIA - é uma reação inesperada a uma substância específica. Por isso, pode ser chamada de "reação alérgica". O indivíduo precisa evitar aquela substância, pois as reações podem variar de uma simples coceira até uma parada respiratória.
INTOLERÂNCIA - é a rejeição do organismo a determinado produto. Quando o organismo rejeita o produto, ocorrem algumas alterações no metabolismo, como: gases, diarreia, cólicas, dores de cabeça, entre outros. Na intolerância a pessoa pode consumir pequenas quantidades do alimento, sem sofrer consequências graves. Ocorrem, apenas, os conhecidos distúrbios ou desarranjos.
SENSIBILIDADE MÚLTIPLA - é a resposta do organismo a diferentes substâncias que produzem uma ação semelhante em nosso corpo. Ou seja, qualquer substância produzirá o mesmo efeito reativo ao organismo. A sensibilidade múltipla pode ser química ou biológica. Química: quando é ocasionada por drogas lícitas ou ilícitas. Biológica: quando é provocada por agentes do meio ambiente.
As alergias fazem com que o indivíduo apresente hipersensibilidade e autoimunidade, causando reações imediatas. As intolerâncias são mais vagarosas e demoram para aparecer, ocasionando distúrbios gástricos. As sensibilidades causam um conjunto de reações complexas em exposição ao agente causador.
Para tudo isso acontecer são necessários os famosos "gatilhos". Gatilho é aquilo que desencadeia o processo alérgico na pessoa. Podemos citar alguns gatilhos bem conhecidos: glúten, lactose, medicamentos, álcool, drogas, cafeína, corantes, tinturas, fumaças, pesticidas, herbicidas, perfumes, combustíveis, aditivos químicos, odores diversos, micro-organismos, etc.
Os sinais mais evidentes para todos esses problemas são: coriza, coceira, tosse, espirros, diarreia, formigamentos, vermelhidão local, falta de ar, inchaço local ou generalizado, espasmos, visão turva, etc. Esses sintomas funcionam como um alerta, que nos avisa cada vez que alguma coisa está errada.
Além das hipersensibilidades, intolerâncias e alergias, existem as reações adversas a um medicamento ou produto. As reações adversas ocorrem quando o organismo acredita que atingiu o nível máximo daquele produto e não existe mais espaço para ele dentro de si.
Cada indivíduo possui um alerta diferente em seu organismo, porque o mecanismo de ação em cada um pode variar... Para descobrir se você é intolerante, alérgico ou sensível, alguns testes devem ser realizados por um profissional habilitado. Normalmente, esses problemas são verificados pelo: alergologista, pneumologista ou imunologista.
Portanto, se você perceber ou sentir qualquer alteração em seu organismo, procure auxílio médico. Jamais deixe o problema evoluir para algo mais sério!

Pesquise mais sobre esse assunto:
-> Sensibilidades (pdf)
-> Intolerância alimentar
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sábado, 11 de maio de 2019

Será que você foi, é ou será como eu?



Depois que eu descobri a hidrocefalia, muita coisa mudou em minha vida. Eu instalei a válvula hidrocefálica e precisei me adaptar...
Adaptar-se a uma nova condição ou situação é difícil. As adaptações levam você a assumir uma nova aparência e um novo estilo de vida. E as pessoas dificilmente entendem... Existe o preconceito. E o preconceito tem muitas formas!
Acredite, eu planejei uma vida diferente do que vivo hoje... E, agora, entendo o que minha avó dizia: "A gente propõe e Deus dispõe." Eu penso todos os dias: "O que eu poderia ter feito diferente?", "Será que mudaria alguma coisa?" ou "Onde eu errei?"
Voltar atrás e mudar as coisas que passaram é impossível! Tentei acertar e me atrapalhei... Hoje eu vejo como fui atrapalhada! Será que já era em decorrência do meu problema? Eu já era doente e não sabia...
O médico me disse que eu já tinha esse problema desde o nascimento, mas era pequenininho, não aparecia... Com o tempo agravou, porque a glândula deixou de funcionar!
Depois, surgem outros problemas, em consequência dos tratamentos e de outras cirurgias. E tudo pode mudar em sua vida pra sempre... Tudo mesmo!
Para continuar vivendo, você precisa entender a sua doença. Você também precisa entender quem é você agora, e precisa buscar alternativas para o seu "novo eu". 
Viver com dor é complicado. Viver sem dinheiro também... E manter-se vivo custa caro! Então, para conseguir viver eu penso: "é pouco a pouco..." Um dia por vez e um dia de cada vez.
Às vezes é difícil, porque queremos mais e precisamos entender que, por hoje, é menos. Vamos sentir vontade de realizar inúmeras coisas, que jamais poderemos realizar! E vamos ficar com vontade...
Independente do que nos aconteça, devemos prosseguir! A vida é um bem precioso que precisa ser preservado. E todos nós devemos preservar a vida...
Por tudo isso, eu decidi compartilhar o que eu sei e o que sou hoje... Se ajudar uma pessoa apenas, já valeu a pena escrever!

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quinta-feira, 14 de março de 2019

Incontinência urinária: um tema constrangedor para algumas pessoas...


Com certeza, você conhece a Cantiga de Vinícius de Moraes: "Ninguém podia fazer pipi, porque penico não tinha ali..." Quando Vinicius escreveu essa canção, jamais pensou em incontinência urinária. Porém, essa parte da música nos lembra bem o que é segurar o xixi!
Muitas vezes, a pessoa está com aquela vontade incontrolável de ir ao banheiro e vai segurando e segurando, por conta de vários fatores. Com o tempo, isso pode tornar-se um problema sério de saúde. Lembro de uma entrevista de um médico urologista que disse: "Pior do que usar um banheiro sujo é segurar a vontade de urinar, porque isso acarreta mais problemas do que a pessoa imagina!"
Urinar é muito importante, porque mantém o equilíbrio das substâncias diversas que existem em nosso organismo. Então, precisamos fazer xixi quando estamos com vontade!
Agora, o pipi jamais deve ser "demais" ou "de menos". Existe a quantia certa para o corpo eliminar... Dessa forma, podemos deduzir que "mijar" em excesso é tão ruim quanto mijar pouco, porque tanto um quanto outro pode ocasionar a famosa bexiga solta.
Para você entender melhor: a poliúria é o excesso de xixi e a polaquiúria é a redução do volume de xixi. Ou seja, qualquer pessoa, em qualquer fase da vida, pode sofrer os efeitos de uma incontinência urinária ou de uma "bexiga solta".
O problema é que quando ouvimos falar em incontinência urinária, logo imaginamos alguém urinando nas roupas ou usando fraldas. Mas, na verdade, não é isso o que ocorre...
Mesmo que apenas algumas gotinhas do famoso "pipi" escapem, isso já pode ser considerado uma incontinência. Uma incontinência urinária pode ser branda e vagarosa, quase imperceptível!
Um simples distúrbio orgânico pode ocasionar esse tipo de problema, tais como: doenças, cirurgias ou até acidentes. Em qualquer circunstância, o Médico Urologista saberá indicar o melhor tratamento.
Os produtos são práticos e diversificados, tanto para homens, como para mulheres. Estão a venda em qualquer Farmácia e são muito discretos. Somente se a uretra ou a bexiga estiverem comprometidas seriamente, ocorrerá a utilização da algália (sonda vesical). Em algumas situações, a algália é usada temporariamente.
Enfim, apesar desse assunto ser um tema bastante constrangedor para algumas pessoas, a incontinência urinária deve ser tratada, para evitar uma situação mais grave.
Finalizo, acrescentando que o propósito dessa postagem foi, antes de tudo, elucidar e alertar... Portanto, preste atenção à sua bexiga!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

O que acontece quando ruminamos sentimentos?

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Ruminar é uma palavra que possui o mesmo significado que remastigar ou remascar, que é o mesmo que "remoer repetidas vezes". Quando remastigamos repetidamente, nosso organismo atua como se estivesse em constante digestão, ou seja, ele trabalha sem parar para digerir aquilo que estamos processando.
Os animais herbívoros possuem dois tipos de digestão: a ruminante (que a maioria de nós conhece) e a monogástrica. Como animal ruminante podemos citar a vaca, claro. E como animal monogástrico, vamos citar o cavalo. Não sei se você sabia, mas, nem cavalo, nem zebra, nem jumento e nem coelho ruminam...
Para auxiliar na digestão da celulose (capim, mato, etc), os animais ruminantes possuem um estômago divido em quatro porções: rúmen, retículo, omaso e obomaso. Portanto, ruminante deriva de rúmen.
Agora que você entendeu o que é ruminante, vamos ao objetivo dessa postagem... Existem cerca de 150 espécies de animais ruminantes! E nós, com certeza, não somos um deles! Porém, insistimos em ruminar: pensamentos, sentimentos, comportamentos e arrependimentos.
Tudo bem que os Filósofos ruminavam suas teorias na Antiguidade, até encontrarem uma solução para os seus dilemas. E os artistas ruminavam suas ideias para as obras de arte. Enfim, parece que a ruminação era um ato de criatividade no Passado.
Mas, a partir do século XX, Psiquiatras e Psicólogos passaram a utilizar o termo "ruminação" para designar um dos sintomas da depressão. Eles perceberam que as pessoas com determinadas compulsões ruminavam suas lembranças permanentemente; manifestando essa ruminação na forma de diferentes compulsões. Ou seja, o organismo não suportava determinados acontecimentos e, por conta disso, mastigava-os para "triturá-los" melhor.
Hoje em dia, os Cientistas já avançaram em suas Pesquisas e conseguiram encontrar respostas para diversas doenças. Existe tratamento e cura para inúmeras Síndromes. Mas, o ato de ruminar persiste e insiste em permanecer... Afinal, é um costume antigo de nossa Raça e está difícil "desapegar"!


Para entender um pouquinho melhor...
-> O Mundo da Mente.pdf
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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Você reconhece as reações do seu corpo?


Somos seres suscetíveis a dor, simplesmente, porque estamos vivos! Estar vivo é uma característica única que nos pertence... Por estarmos vivos, podemos sentir tudo o que nos cerca! Ao sentirmos, geramos diversas sensações em nosso organismo, que são assimiladas e tornam-se uma aprendizagem.
Tudo o que "sentimos" é registrado no hemisfério cerebral esquerdo. Esse registro cria uma senha de segurança e cada vez que sentimos a mesma emoção, nosso cérebro dispara um alarme. Se a emoção é boa, sentimos bem estar e uma certa "empatia" pela situação. Agora, se a emoção é ruim, começamos a nos desesperar...
Cada indivíduo pode agir de forma diferente perante o perigo, por conta da educação que recebeu... É a tal da "criação", que todo mundo fala. De qualquer forma, isso fica lá registrado e no momento crucial, cada um se desespera à sua maneira. Bom, até aí tudo bem.
Atualmente, porém, existe um estudo que afirma que você pode até demonstrar diferente do seu vizinho; mas, o seu corpo, vai registrar tudo igualzinho ao dele. Nesse estudo, o corpo humano parece um mapa colorido, onde cada emoção gera uma sensação e registra um reação orgânica específica. As diferentes cores indicam as mudanças de sentimento naquele momento.
Cada cor indica uma alteração, vinculada a um sentimento. Isso quer dizer que a pessoa pode estar sentindo: medo, raiva, tristeza, alegria, surpresa ou qualquer outra sensação internamente... Enquanto seu organismo sente: taquicardia, nervosismo, sudorese, aumento da pressão sanguínea, entre outras reações, externamente.
Todos esses sinais ocorrem porque existem os neurônios. Os neurônios são células que alertam para qualquer tipo de situação que vivenciamos. Através dos neurônios experimentamos, registramos e arquivamos nossas experiências diárias.
Esse registro cria um arquivo único, que nos acompanhará para sempre. A importância desse registro (mapa) é nos mostrar o quanto somos suscetíveis a determinadas situações. Se pudermos compreender as emoções que essas situações nos causam, poderemos evitar as alterações sofridas por nosso organismo e, com certeza, viveremos melhor!

Pesquise mais sobre o assunto:

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O que revela o horário que você dorme ou acorda?


Nosso corpo costuma nos alertar quando necessita de cuidados. O problema, é que a grande maioria ignora os sinais e deixa passar... Somente quando a coisa fica séria, é que as pessoas prestam atenção e procuram um médico.
Um dos sintomas de alerta, emitido pelo nosso organismo, é o sono ou a insônia. Acordar ou adormecer em determinados horários, sem explicação alguma, é um sinal de que o organismo não vai bem!
Tanto a Medicina Tradicional Chinesa (MTC), quanto a Medicina Ayurvédica (Ayurveda), possuem boas explicações para esse fato. Por isso, compreenda o que significa acordar em determinados horários e procure ajuda profissional especializada:
- das 23 à 1 hora: vesícula biliar sobrecarregada;
- de 1 às 3 horas: fígado em desequilíbrio;
- das 3 às 5 horas: pulmão funcionando inadequadamente;
- das 5 às 7 horas: intestino grosso precisando de atenção;
- das 7 às 9 horas: estômago em alerta;
- das 9 às 11 horas: baço e pâncreas sinalizando;
- das 11 às 13 horas: coração pedindo ajuda;
- das 13 às 15 horas: intestino delgado em desarranjo;
- das 15 às 17 horas: bexiga querendo auxílio;
- das 19 às 21 horas: rim trabalhando excessivamente;
- das 21 às 23 horas: região do abdômem ou triplo-aquecedor interno se manifestando...
Essa tabela analisa um sono normal de 8 horas, sem importar se você dorme de dia ou de noite. Os sinais podem ocorrer durante o dia em forma de cólicas, pontadas ou fisgadas no local. Outros sintomas também podem ser evidentes...
Alguns transtornos orgânicos podem ser somáticos, ou seja, do próprio organismo... Já outros, podem ser distúrbios psicossomáticos, ou seja, provocados por um desarranjo emocional e mental, junto ao organismo.
Por isso, toda pessoa deve estar atenta aos sinais que seu organismo demonstra, principalmente aqueles relacionados ao sono. Afinal, descansar é primordial para recuperar o organismo e reparar os danos que causamos ao nosso corpo todos os dias.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Você está vivendo uma introspecção, uma extrospecção ou uma experimentação?


Em muitos momentos, sentimos a necessidade de pensar, de refletir ou de meditar sobre a vida, sobre nós mesmos ou sobre o mundo que nos cerca...
Normalmente, isso acontece quando estamos passando por alguma dificuldade ou por alguma situação complicada, a qual devemos resolver rapidamente.
Muitas vezes, identificamos o problema, mas não conseguimos resolver a situação. Outras vezes, encontramos uma solução, mas temos dificuldade para colocar em prática. Ou ainda, até sabemos o que fazer, porém, não sabemos "como" fazer...
A maioria das pessoas sente um enorme desejo de reorganizar a vida... É nesse momento que entra a necessidade da introspecção. Como diz o ditado: "Freud e Piaget explicam..." Ou, nesse caso, quem explica mesmo é "Wundt".
Wilhelm Maximiliam Wundt é considerado um dos fundadores da Psicologia Experimental. Ele argumentou que: "A primeira etapa da investigação de um fato, deve ser a descrição de seus elementos individuais."
Esse método tornou-se amplamente difundido entre Psiquiatras, Psicólogos e Psicanalistas. Para aplicação prática, o método costuma ser divididos em três fases:
- Introspecção ou método de observação interna ou interiorização;
- Extrospecção ou método de observação externa ou exteriorização;
- Experimentação ou experimento ou método de experiência científica...
Quer dizer, primeiramente, você reflete (interioriza a situação). Depois, você age (exterioriza a questão)... E, por fim, você resolve (experimenta a solução).
Os estudiosos chegaram à conclusão que isso pode ocorrer com qualquer pessoa, em qualquer momento da vida. Muitas vezes, a primeira alternativa mostra-se inadequada; então, devemos analisar novamente, para enxergar outras possibilidades.
Diferentes perspectivas sobre uma mesma situação, nos ajudam a experimentar novas oportunidades... E quanto mais experimentamos, mais experiência adquirimos!
Portanto, nada há de errado em refletir sobre um problema. Pois, enquanto refletimos, interiorizamos aquele acontecimento, até ele se tornar parte de nossa aprendizagem.

Complementando o assunto...

domingo, 11 de novembro de 2018

QUALIDADE DE VIDA

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Hoje em dia, muito se fala em Qualidade de Vida... No entanto, como as pessoas podem viver com qualidade em situações tão adversas?
Lembrando que Qualidade de Vida não deve ser confundida com "padrão de vida" - uma medida que mensura a qualidade e a quantidade de bens e serviços disponíveis.
Qualidade de Vida é o método utilizado para medir as condições gerais de vida de um ser humano: fisicamente, mentalmente e emocionalmente; além dos relacionamentos sociais e familiares do qual ele faz parte.
A  OMS (Organização Mundial da Saúde) desenvolveu um questionário para medir a Qualidade de Vida, que possui duas versões: o método de 100 questões e o método de 26 questões.
O questionário é definido por seis domínios: físico, psicológico, nível de independência, relações sociais, meio ambiente e aspectos religiosos. Também é analisado nesse índice: a saúde, a educação, o poder de compra, a habitação, o saneamento básico, entre outras circunstâncias.
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo grau de seu desenvolvimento humano e para ajudar a classificar os países como:
desenvolvidos (desenvolvimento humano muito alto);
em desenvolvimento (desenvolvimento humano médio e alto);
- subdesenvolvidos (desenvolvimento humano baixo).
A cada ano, os países membros da ONU são classificados de acordo com essas medidas.
O IDH também é usado por organizações locais ou por algumas empresas para medir o desenvolvimento de diferentes Entidades Estaduais, Municipais e outras.
O IDH surgiu no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH). Os dois programas foram criados e lançados pelo Economista Paquistanês Mahbub Ul Haq, em 1990.
Além de Ul HaqAmatya Sen conseguiu finalizar o trabalho ao conceituar "capacidades e funcionamentos" em fórmulas simples.
Os dois Economistas passaram a trabalhar juntos para conseguir montar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), mesmo com pensamentos e ideias divergentes entre si.
Enquanto Amatya Sen preocupava-se em capturar toda a complexidade das capacidades humanas em um único número, Ul Haq acreditava que era necessário mais que um número para chamar a atenção das autoridades.
Quando eles chegaram a um senso comum, apresentaram a proposta do IDH no PNUD... Outros economistas ajudaram no cálculo e na formulação do processo e da criação do RDH: Paul Streeten, Frances StewartGustav RanisKeith GriffinSudhir Anand e Maghnad Desai.
As estatísticas são compostas a partir de dados de: expectativa de vida, educação, padrão de vida, PIB, etc (recolhidos a nível nacional ou local).
Para cada cálculo são utilizadas diversas fórmulas matemáticas, com base econômica em: estatística, geometria, probabilidade e análise combinatória.
Por conta disso, mensurar a Qualidade de Vida de uma região é bem mais complexo do que se imagina. São necessários vários cálculos e análises, além de uma extensa pesquisa em toda a região.
Em seguida, existe a dificuldade para manter o índice de Qualidade de Vida já alcançado na região; visto que este é um desafio permanente das autoridades e do Poder Público local.
Sabemos que o Planeta está sobrecarregado de: moradores e moradias, entulhos e construções diversas... Viver com qualidade tornou-se um dos pré-requisitos básicos para uma vida saudável. E como fazer isso? Cuidando de si, de sua casa e de sua vizinhança.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

VEGETARIANISMO e VEGANISMO


Acho que muita gente não sabe... Mas, existe o Dia Mundial do Vegetarianismo (comemorado em 1º de outubro) e o Dia Mundial do Vegano (comemorado em 1º de novembro). Para entender melhor, vamos definir adequadamente essa opção de vida e esclarecer alguns termos...
Vegetariano é aquele que evita alimentos que contêm qualquer tipo de carne: frango, peixe, gado, frutos do mar e outros.
Existem vários tipos de vegetarianos, baseados no conteúdo da dieta:
- Semivegetarianos: é a forma mais simples de vegetarianismo, pois, as pessoas apenas não consomem carnes vermelhas e derivados, mas mantém o restante da alimentação.
- Ovo-lacto-vegetarianos: são aquelas pessoas que não deixam de consumir ovos e leite, com todos os seus derivados; mas, restringem o consumo de qualquer tipo de carne. Esse é um dos maiores grupos.
- Lacto-vegetarianos: neste tipo de vegetarianismo, as pessoas não consomem ovos e carnes de qualquer qualidade; mas, o leite e seus derivados são permitidos. Este grupo é mais comum na Índia.
- Vegans ou Veganos: esta é a forma mais rara e restrita de vegetarianismo, pois, além de mudanças alimentares, ela restringe o uso de produtos industriais de origem animal. Ou seja, eles não consomem nenhum alimento de origem animal: ovos, leite ou derivados e incluem em sua restrição o consumo de mel e gelatina. 
- Frugívoros: consomem apenas frutas.
- Crudívoros: o consumo baseia-se apenas em alimentos naturais e crus.
- Freeganos: é considerada a forma mais estranha e incomum de vegetarianismo... Pois, esse grupo consome somente aquilo que encontra no lixo, recusando-se a comprar qualquer alimento. Mas, apesar de ser uma forma radical, eles comem alimentos de origem animal.
Existem diversos motivos que levam uma pessoa a optar pela alimentação somente a base de vegetais: saúde, religião, consciência ecológica, piedade pelos animais, reestruturação alimentar, etc.
A religião acaba sendo um motivo bastante frequente entre diversos grupos de vegetarianos. Adeptos de algumas crenças como: hinduísmo, taoismo, alguns cristãos heterodoxos, entre outros, evitam o consumo de proteína animal.
Quanto à saúde, existem algumas doenças que impedem ou restringem o consumo de alimentos a base de proteína animal: aterosclerose, alergopatias, hepatopatias, entre outras.
O vegetarianismo é uma forma de alimentação bastante saudável. Mas, devido a algumas restrições em sua dieta, aconselha-se o acompanhamento de um nutricionista ou especialista; pois, a alimentação deve conter todas as fontes de nutrientes exigidas pelo organismo.
Por isso, uma das principais preocupações em ser vegetariano é com relação a deficiência de nutrientes, sais minerais e vitaminas. Contudo, eles podem ser substituídos por alimentos com a mesma qualidade nutricional...
No caso das proteínas, o valor necessário a ser consumido pode ser atingido no consumo de ervilhas, lentilhas, feijão, grão de bico, soja, entre outros.
Com relação aos sais minerais, é possível fazer algumas substituições, ingerindo: tofu, feijão, amêndoas, damascos, figos secos e vegetais de folhas escuras em geral.
Portanto, obtendo as orientações adequadas e tomando os cuidados necessários é possível se tornar um vegetariano sem gerar qualquer risco à saúde.
Existem estudos que demonstram que a alimentação vegetariana reduz a probabilidade de diversas doenças.... Então, "bora" lá entrar na dieta vegetariana?!

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